O Projeto Salve o 2 de Julho tem o objetivo de analisar a história da independência da Bahia, através do acervo da exposição Salve o 2 de Julho do Museu Eugênio Teixeira Leal, com jovens do Projeto Adolescente Aprendiz, a partir de uma perspectiva de ação cultural.
Ao cursar a disciplina FCH 342 – Ação Educativa e Cultural nos Museus, do Curso de Museologia da Universidade Federal da Bahia, cujo um dos objetivos é capacitar os estudantes para o desenvolvimento de projetos de ação cultural, que o Projeto Salve o 2 de Julho teve início. No semestre 2013.2 tivemos a oportunidade de adaptar e aprimorar o projeto, para cumprir o currículo da disciplina FCH 262 – Estágio Supervisionado, orientados pela Professora Ms Sidélia Santos Teixeira, com o objetivo de colocá-lo em prática.
Para a execução do Projeto escolhemos como parceiro, o Museu Eugênio Teixeira Leal, representado pela Diretora Executiva Eliene Dourado Bina. O Museu vem atuando à 28 anos, contribuindo para a comunidade baiana com as atividades sócio educativas, qualificando-se como uma instituição à serviço da cultura.
Para a execução do Projeto escolhemos como parceiro, o Museu Eugênio Teixeira Leal, representado pela Diretora Executiva Eliene Dourado Bina. O Museu vem atuando à 28 anos, contribuindo para a comunidade baiana com as atividades sócio educativas, qualificando-se como uma instituição à serviço da cultura.
A concepção deste Projeto foi motivada pela exposição anual intitulada Salve o 2 de Julho, que vem sendo realizada pela equipe do Museu Eugênio Teixeira Leal / Memorial do Banco Econômico desde 2008. A exposição é idealizada e montada pela Museóloga Cheryl Braga S. Sobral, Chefe do Setor de Museografia e Supervisora do Museu Eugênio Teixeira Leal, mantido pela Fundação Econômico Miguel Calmon[1], com sede à Rua do Açouguinho, n.º 01, Pelourinho – Salvador/Bahia.
O Museu está instalado em um prédio do século XIX onde, no dia 13 de julho de 1834, 171 cidadãos baianos se reuniram para a criação de um estabelecimento de crédito. Nascia a Caixa Econômica da Cidade da Bahia, mais tarde Banco Econômico da Bahia, e atualmente Banco Econômico S.A. O nome do Museu/Memorial homenageia Dr. Eugênio Teixeira Leal[2], Presidente vitalício do Banco, que em 1959, como parte das comemorações dos 125 anos da Casa Bancária, registrou o evento inaugurando o Museu Numismático, constituindo-se numa contribuição efetiva do Banco ao projeto de revitalização deste importante conjunto arquitetônico do Pelourinho[3].
O Museu está instalado em um prédio do século XIX onde, no dia 13 de julho de 1834, 171 cidadãos baianos se reuniram para a criação de um estabelecimento de crédito. Nascia a Caixa Econômica da Cidade da Bahia, mais tarde Banco Econômico da Bahia, e atualmente Banco Econômico S.A. O nome do Museu/Memorial homenageia Dr. Eugênio Teixeira Leal[2], Presidente vitalício do Banco, que em 1959, como parte das comemorações dos 125 anos da Casa Bancária, registrou o evento inaugurando o Museu Numismático, constituindo-se numa contribuição efetiva do Banco ao projeto de revitalização deste importante conjunto arquitetônico do Pelourinho[3].
[1] Miguel Calmon Du Pin foi um político e diplomata brasileiro, Visconde e Marquês de Abrantes. Foi presidente do Governo Interino da Bahia em 1823. No contexto da luta pela Independência da Bahia, presidiu o conselho interino que governou a província a partir da Vila de Cachoeira. Coordenou a resistência brasileira contra o Governador das Armas, Inácio Luís Madeira de Melo.
[2] Dr. Eugênio Teixeira Leal, formado em Direito, seu primeiro emprego foi no escritório do Dr. Francisco Marques de Góes Calmon, assumiu a Direção do Banco Econômico em 1924 e pertenceu a corpo diretor por quase 50 anos quando faleceu em 12 de agosto de 1974. Em 1959, quando o Econômico completou 125 anos, Eugênio Teixeira Leal propôs a criação do Museu de Numismática, que funcionou no Edifício Góes Calmon (sede do banco).
[3] O prédio histórico onde hoje é o Museu, abrigou a primeira sede do Banco Econômico.

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